Pular para o conteúdo

Piratas no Caribe

segunda-feira, 5 janeiro, 2009 @ 1:00 am

O pier em Wallilabou - Foto © Hélio Viana

Adoro filmes de piratas. Quem não se lembra de A Ilha do Tesouro, baseado no livro de Robert Louis Stevenson, que na telona teve Orson Welles no papel do vilão Long John Silver, ou de Errol Flynn em Capitão Blood?

Hoje a tela vai esquentar com os Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra, que a Globo mostra depois da novela.

A sinopse é mais ou menos esta (desculpe o monte de virgulas e parêntesis, mas sintetizar um filme da Disney não é fácil): no século XVII, o pirata Jack Sparrow (Johnny Depp) tem seu navio, o Pérola Negra, saqueado e roubado pelo capitão Barbossa (Geoffrey Rush), que logo depois invade e saqueia a cidade de Port Royal levando consigo Elizabeth Swann (Keira Knightley), a filha do governador. Decidido a recuperar seu navio, Sparrow, com a ajuda de Will Turner (Orlando Bloom), que era apaixonado por Elizabeth e filho de pirata (mas ninguém sabe, ainda), rouba o navio mais veloz da esquadra britânica, o HMS Iterceptador, e parte no encalço do Pérola. Porém, e sempre tem um porém, o que ninguém sabe é que o Pérola tinha uma maldição que faz com que suas tripulações vaguem eternamente pelos oceanos e se transformem em almas penadas à noite.

Cenário do Piratas do Caribe em Wallilabou - Foto © Hélio Viana Piratas do Caribe virou uma franquia, já estão falando no IV.

O filme é tipo um terrir (ou uma mistura de terror com comédia) e tem Johnny Depp no melhor papel de sua carreira (na minha humilde opinião, melhor até do que em Edward Mãos de Tesouras).

Sem dúvida Piratas retoma a tradição dos filmes de piratas, agora, com a facilidade dos efeitos especiais. Dá gosto de ver as cenas em que a tripulação do Pérola se transforma em esqueletos ambulantes sob o luar, principalmente nas que eles têm que brigar com personagens “de carne e osso”.

Em 2007 nós estivemos na praia de Wallilabou, na ilha de Saint Vincent, que foi cenário de parte do filme. Quatro anos depois das filmagens ainda tinha alguma coisa para ver. Hoje vou rever Port Royal e Jack Sparrow, com seu jeitão afetado, dúbio e vaidoso, chegar triunfalmente no píer em que pisei.

Cenário do Piratas do Caribe em Wallilabou - Foto © Hélio Viana Pescando no Google descobri que o diretor Gore Verbinski foi guitarrista de punk-rock na adolescência e teve que vender a guitarra para comprar sua primeira câmera. E que Johnny Depp, que também toca guitarra, além de baixo, declarou ter chegado à conclusão, depois de grande pesquisa, que os piratas eram o mais próximo, na época, de um astro do rock: não era só roubar e pilhar, era ficar imortalizado na história. Então, inspirado em Keith Richards do Rolling Stones, de quem é amigo, compôs seu personagem.

Vida longa ao Rock’n’Roll.

Para saber mais:

Site oficial do Piratas do Caribe na Disney

Hot Site do Piratas no “Cimena com Rapadura”

Hot Site do Piratas no “Adoro Cinema”

No comments yet

Em que você está pensando? Deixe seu pitaco.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: