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VII Encontro – Curiosidades

quarta-feira, 24 junho, 2009 @ 11:10 pm

Luiz Felipe no Koala - Foto © Hélio Viana Quando Eduardo Petersen leu, no post O Primeiro Barco, que tudo começou com um Rio 20 (o saudoso Panzer), desistiu de navegar para a Marina Bracuhy no Punzinho (sim, este é o nome do barco!) e veio no Koala, também um Rio 20, em minha homenagem.

Como tripulante ele trouxe o filho Luiz. Garoto esperto, cansou de insistir para o pai ir dormir às 20:30 todas as noites (por que será?). Foi difícil extrair uma entrevista do jovem tripulante. Como é seu nome? Luiz Felipe. Luis com “S”? Não, com “Z”. Philipe com “PH”? Não, normal. Qual a sua idade? Onze anos. Qual seu signo? Virgem (risos). E por aí vai… Aqui o resultado do bate-papo: Luiz Felipe Normal, virgem de 11 anos, tentou-tentou e não pegou ninguém no VII Encontro da ABVC – só um resfriado!

The Jordans no VII Encontro - Foto © Hélio Viana O conjunto que animou a festa de encerramento foi o The Jordans, e que animação. A banda foi formada em 1958, portanto, um ano mais nova que eu! Se fizer uma media da idade dos músicos dá quase 70 anos e uma dizima periódica. Egle, do veleiro Taii-Fung II, descobriu que eles estão no Guinness como o grupo brasileiro de rock instrumental com mais de 50 anos de formação original. O dicionário de MPB de Cravo Albin discorda, mas diz que de acordo com revistas especializadas em música na França e na Inglaterra, é um dos poucos conjuntos remanescentes do rock instrumental da década de 1960 na América Latina. Idade não quer dizer nada, a turma de veinhos mandou ver no rock e a galera caiu no iê-iê-iê até tarde da noite.

Graças a Zé Lopes, do Píer 242, o nosso consultor e fornecedor de tintas para o Néia e Araribóia, o inventor da MicronMaraCatu, o patrocinador master do Encontro da ABVC foi a Internacional. No estande da empresa, no Centro de Artes a Lazer, junto com Néia Barcelos estava Araribóia Martins, descendente do cacique Tupi da tribo dos Temiminós e químico que desenvolveu a tinta antiincrustante Micron. Fiquei de papo um tempão e bem que tentei convencê-lo a envenenar ainda mais a tinta de modo que pudéssemos ficar uns quatro anos sem ter que pintar o fundo do barco, mas não teve jeito. Tem nada não, ano que vem prometo tentar de novo.

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